Ciclos em relacionamentos abusivos: como resolver?

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Ultimamente, muito tem se falado a respeito de relacionamentos abusivos. Isso é um bom sinal, porque mostra que as pessoas estão em maior alerta acerca de relações não saudáveis e que, aos poucos, podem entender o que é certo ou não ao se relacionar com um determinado indivíduo.

No entanto, você sabia que existem ciclos dentro das relações tóxicas? Eles são extremamente preocupantes e podem acabar levando essa relação a consequências inimagináveis. 

Por isso, é necessário saber lidar com o problema, buscando a ajuda de um profissional e entendendo o porquê de que tudo o que foi vivenciado não é saudável.

O que é um relacionamento abusivo?

Uma relação abusiva pode ser definida como aquela em que ocorrem abusos de cunho físico ou emocional. Ela pode se tornar tóxica quando uma das partes utiliza de algum tipo de poder, seja financeiro ou de fala, com o intuito de manipular ou controlar o outro.

Alguns dos casos mais comuns são os de companheiros que proíbem o outro de sair com determinada roupa na rua ou, até mesmo, os impedem de ter uma independência financeira. 

Infelizmente, é muito comum, também, ver pessoas proibindo seu cônjuge a fazer faculdade ou ter um emprego.

No entanto, os problemas não param por aí. Em alguns relacionamentos abusivos, é comum presenciar cenas de violências. 

Elas podem começar com um empurrão ou um tapa, mas, em alguns casos, acabam evoluindo para um estágio incontrolável e, infelizmente, chegam a levar uma das partes a óbito.

Ainda que não seja fácil identificar se você está vivendo um relacionamento abusivo, principalmente porque a parte atingida está fragilizada emocionalmente, ainda há alternativas para conseguir se livrar dessa cilada. 

O controle e a manipulação devem ser observados com muita atenção. O menor dos sinais já pode ser um alerta para te livrar dessa vida.

Quais são as fases de um relacionamento abusivo?

Existem 3 fases em um relacionamento abusivo. Cada fase representa o nível de periculosidade dentro delas e, por isso, precisam ser observadas com extrema cautela para evitar a sua evolução. 

Ter uma relação tóxica significa abdicar de si mesmo e passar a viver em prol da opinião e desejos do outro.

A primeira fase é composta pelas ofensas verbais, xingamentos, humilhações, aumento no tom de voz e crise de ciúmes irracionais. 

A violência psicológica, manipulação e controle são as principais características e, por isso, ainda é difícil identificar o tipo de relação que se está vivendo.

Na segunda fase, temos a evolução da violência psicológica. As agressões físicas começam a surgir, sendo protagonizadas por beliscões, empurrões, tapas, chutes, socos e qualquer outra coisa que venha a causar algum dano físico. 

Além das marcas físicas, as psicológicas, como medo e insegurança, começam a ficar mais presentes.

Na terceira fase, o abusador sente que está perdendo todo o controle sobre a vítima e, por isso, começa a ser mais vigilante. Ele perde totalmente o controle e começa a dizer que está arrependido, que não voltará a agredir e acaba convencendo a vítima. No entanto, pouco depois as agressões voltam a acontecer.

As fases de um relacionamento abusivo não acontecerão, necessariamente, nesta ordem. Por isso, o mais importante é prestar atenção nos primeiros sinais. 

Quem ama, não controla, não grita e não bate. Quem ama cuida, protege e compreende, independente de qual seja a situação.


Como sair de uma relação abusiva?

Para quem vive ou já viveu em um relacionamento abusivo, é realmente difícil encontrar os primeiros sinais. 

Sendo assim, é necessário buscar apoio em algum lugar, seja com algum amigo ou parente, pelo menos no início. O mais indicado é procurar por um especialista, como terapeutas ou psicólogos.

A hipnoterapia é uma excelente opção para conseguir quebrar esse ciclo vicioso. Por meio dela, a pessoa que está acuada com a relação pode se sentir forte e segura de si. 

Com a hipnose, é possível chegar à raiz do problema e eliminá-la de uma única vez, promovendo o autoconhecimento.

Alguns serviços públicos já se disponibilizam para prestar serviços tanto para homens quanto para mulheres vítimas de abusos dentro de relacionamentos. 

Se você conhece alguém que passa por isso, o importante é não se calar, mas sim denunciar, para que os agressores não fiquem em pune.

É sempre importante lembrar que todos nós temos direito a um lugar dentro da sociedade. Cada indivíduo tem uma personalidade, vontades, desejos e sonhos a serem alcançados. 

Por isso, é válido lembrar que você é forte e não tem culpa do que passou. Infelizmente existem pessoas capazes de se aproveitar da fragilidade de outras.

Qualquer pessoa pode denunciar casos de violência doméstica nas delegacias, sejam homens ou mulheres. 

A necessidade de um Boletim de Ocorrência se faz presente, podendo ser feito por meio da internet, para quem não pode sair de casa para se apresentar presencialmente.

Além disso, há muitos serviços oferecidos pelo Ministério Público e Defensoria Pública com núcleos direcionados para pessoas que foram vítimas de violência.

Recomendo que você conheça a Angelita Cavalcante é Hipnoterapeuta na cidade Itapema, Santa Catarina. Através do método Kraisch ajuda dezenas de pessoas a superarem suas dificuldades por meio da hipnoterapia. Conheça mais sobre ela no seu site oficial ou no instagram, seguindo @angelita.hipnoterapueta.

 

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